Quando a EMEG iniciou o trabalho, o caixa estava ameaçado. A instituição precisava de gestão, processo e previsibilidade.
O cenário inicial era crítico:
A instituição prestava um serviço essencial, mas enfrentava um déficit estrutural.
As despesas pressionavam o caixa.
As receitas não acompanhavam o ritmo da operação.
E a continuidade financeira estava em risco.
Turnaround não é só cortar custo.
É olhar entradas e saídas ao mesmo tempo, Reduzir desperdícios, Negociar prazos com fornecedores, Melhorar processos, Aumentar captação.
Fazer o caixa virar antes que a operação fique sem fôlego.
A prioridade era clara: estancar o déficit sem reduzir a qualidade assistencial.
Isso foi possível com revisão de contratos, controle de gastos, reorganização financeira, negociação com fornecedores, implementação de processo de cotação com pelo menos 3 fornecedores para cada compra realizada e acompanhamento recorrente dos desvios.
A instituição deixou de apenas pagar contas. Passou a gerir o caixa.
Do lado da receita, a mudança foi igualmente importante.
A instituição ampliou em aproximadamente 27% as frentes de captação recorrente e complementar.
Com fortalecimento de doações, bazar, eventos, jantares beneficentes, mantenedores, parceiros e parcerias público privadas.
A governança também foi transformada.
Foram implantadas reuniões de resultado, novas rotinas de conselho e diretoria, acompanhamento financeiro recorrente, planos de ação e indicadores de operação.
A instituição saiu de um déficit alto que ameaçava zerar o caixa e passou a gerar superávit após a reestruturação.
Turnaround não é apenas sobreviver à crise.
É construir uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para o futuro.